sexta-feira, 26 de março de 2010

Veja a programação, pauta e endereço da Conferência Eleitoral do PSOL da Bahia

O PSOL da Bahia vai aprovar o candidato a governador e eleger os delegados à conferencia nacional!

Local e Programação da Conferência Eleitoral do PSOL Bahia
Data: 27 e 28 de março de 2010

Endereço: Colégio Estadual Edgard Santos, Rua Prediliano Pita, Bairro Garcia (próximo ao fim de linha).

Programação

Sábado dia 27

9 horas - Abertura da conferência e aprovação do regimento

9:30h. - Mesa: Conjuntura e tática

10h. - Debate em grupos sobre conjuntura e tática

12h. - Almoço

14h. - Mesa: Tática Eleitoral

14:30h. - Debate em grupos sobre tática eleitoral

16h. às 18h. - Reuniões Setoriais

A noite fica reservada para reuniões diversas: reunião sobre política de finanças, de grupos, da coordenação da conferência (se necessário), da comissão de sistematização etc.

Domingo dia 28

8h. às 10h. Plenária Deliberativa (resoluções sobre conjuntura, tática e eleições).

10 às 12h. Debate com os Pré-Candidatos a Governador

12h. Almoço

14h. Plenária Final (Definição das candidaturas majoritárias e eleição de delegados à conferência nacional).

da redação

Saudação de Hamilton aos delegados e militância à Conferência Estadual do PSOL

Companheiras e companheiros do PSOL na Bahia,

Saúdo as delegadas e delegados, especialmente o pessoal que vem do interior e constrói o PSOL enfrentando grandes dificuldades políticas, materiais e até mesmo ameaças por assumirem uma postura de esquerda.

Veja a íntegra da nota de saudação de Hamilton aos delegados e militância à Conferência Estadual do PSOL clicando em Conferência

Veja repercussões na mídia das declarações de Hamilton sobre a Conferência do PSOL

25/03/2010 - 14:26 http://bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=22546

PSOL REALIZA CONFERÊNCIA ESTADUAL DO PARTIDO EM SALVADOR NESTE SÁBADO

A Conferência Eleitoral Estadual do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realiza-se neste final de semana, dias 27 e 28, no Colégio Estadual Edgard Santos, Rua Prediliano Pitta, s/nº. Garcia, que aprovará o programa, a tática, a política de alianças e os candidatos do partido.

O dirigente nacional do PSOL Hamilton Assis, também pré-candidato a governador, afirma que "esta conferência terá um papel histórico na vida do PSOL baiano, pois nossa campanha só terá sentido se, além dos resultados eleitorais, servir para ampliar a consciência e os horizontes do povo de todas as regiões da Bahia".

Hamilton Assis se apresenta como candidato de oposição e "de esquerda, a administração de Jaques Wagner abandonou suas promessas e se satisfaz em reproduzir a modernização conservadora. Sem promover nenhuma mudança importante, orienta-se pelos interesses do capital estrangeiro, do agronegócio, das empreiteiras e da grande empresa monopolista geral. Isto é uma marca dos governos anteriores, como ACM, Paulo Souto, Otto Alencar e César Borges. No interior da Bahia a promiscuidade política é total com a mistura de carlistas, ex-carlistas neo-carlistas, petistas, tucanos e peemedebistas".

O psolista afirma que "é minha esperança e convicção que a Conferência será politizada, as convergências e divergências serão colocadas de modo aberto e democrático e que o resultado seja um partido mais unido, mais democrático e mais forte para enfrentar os métodos, programas e práticas do carlismo que continuam vivos no PT, PR, PMDB e outros", finalizou Hamilton Assis.

Hamilton (PSOL) já aparece com 2% em enquete da Internet

O nome de Hamilton Assis, pré-candidato a governador do PSOL, já começa a ser colocado em enquetes de intenção de voto da Internet. Nesta, de um Blog de Varzea Nova, cidade da região de Jacobina, ele já aparece com 2%.

O fato de Várzea Nova ser um pequeno município novo (apenas 14 mil habitantes), fundado em 1985, localizado a 400 Km de Salvador, valoriza ainda mais esta notícia. Isto mostra que a proposta política do PSOL apresentada por Hamilton, e o seu nome, já estão chegando até mesmo nas áreas onde o partido ainda não tem nenhum filiado.

veja aqui em: Na Rede

quarta-feira, 24 de março de 2010

Cinco Séculos de Esperança

CINCO SÉCULOS DE ESPERANÇA, poesia de Nelson Santana


Tá surgindo na Bahia

Na capital de Salvador

Um candidato negão

Para ser governador.

_Tô falando de Hamilton

Pedagogo e educador



Hamilton é 50/Hamilton é consciência

Governador da resistência



Ele é afrodescendente

Tem a cara e a raça do povão

Sua luta consciente

Faz valer transformação





No campo e na cidade/Com justíça e liberdade

Vai forjar a revolução.



A sua ancestralidade

É divino e africano

Hamilton trás as heranças

Dos cojurados bahianos





Nas estradas da resistência/negríndia, popular e feminista.

Hamilton traça a esperança de um estado socialista.





BOA SORTE NA LUTA NEGÃO

NESTA DIFICIL PELEJA

QUE EXU LHE DÊ CORAGEM

E O PAI OLORUM TE PROTEJA.



17.03.2010

Nelson Santana é poeta, ex-vereador e atualmente é membro da Executiva Municipal do PSOL em Salvador

Hamilton Assis saúda delegados à Conferência Estadual do PSOL

A poucos dias da Conferência Eleitoral Estadual do PSOL, que deverá aprovar o programa, a tática , a política de alianças e os candidatos do partido, Hamilton Assis, pré-candidato a governador do Partido na Bahia, saudou os delegados e delegadas que foram escolhidos nas plenárias municipais.

A Conferência será realizada nos dias 27 e 28 de março, no Colégio Estadual Edgar Santos, no bairro do Garcia.

“Saúdo as delegadas e delegados, especialmente o pessoal que vem do interior e constrói o PSOL enfrentando grandes dificuldades políticas e materiais, e mesmo ameaças por assumirem uma postura de esquerda”, disse Hamilton. Para ele, “esta conferência terá um papel histórico na vida do PSOL baiano, pois nossa campanha só terá sentido se, além dos resultados eleitorais, servir para ampliar a consciência e os horizontes do povo de todas as regiões da Bahia”.

Hamilton reafirmou que, “se tiver a honra de ser o escolhido do partido, começarei, ainda em abril, a organizar encontros regionais para discutir os problemas e demandas populares, elaborar um programa que represente a Bahia como um todo e preparar nossa militância para a batalha política em todos os recantos onde pudermos estar presente”.

Hamilton concluiu dizendo que espera que a Conferência seja politizada, que as convergências e divergências sejam colocadas de modo aberto e democrático e que o resultado seja um partido mais unido, mais democrático e mais forte para enfrentar tanto o carlismo tradicional do Dem, quanto seus métodos, programa e práticas que continuam vivos no governo Wagner-PT e no PMDB de Geddel”.

Nas vésperas da Conferência Eleitoral, pré-candidato a governador do PSOL critica continuísmo e propaganda enganosa.

O pré-candidato do PSOL a governador da Bahia, Hamilton Assis, voltou a criticar o continuísmo de quem foi eleito numa expectativa de verdadeiras mudanças: “o governo petista de Wagner abandonou suas promessas e se satisfaz em reproduzir a modernização conservadora. Sem promover nenhuma mudança importante, orienta-se pelos interesses do capital estrangeiro, do agronegócio, das empreiteiras e da grande empresa monopolista geral”.

Ele afirmou também que “o atual governo gerencia o estado em função dos interesses do grande capital, ampliando os mais de 500 anos de saque às riquezas naturais: a água, a flora, a fauna e os solos da Bahia. Em resumo, reza por uma cartilha escrita nos 40 anos de dominação carlista e assume as referências ideológicas seculares dos dominantes”.

Hamilton disse ainda que a concentração de riquezas é brutal na Bahia: “Hoje, 12 municípios detém quase metade do PIB do estado, enquanto os demais 405 ficam com a outra metade. A polícia continua classista, racista e sexista. Os Direitos Humanos são regularmente desrespeitados, a violência explode e o governo bota a culpa de tudo no consumo do crack”.

Finalmente, Hamilton, que é professor a rede municipal de Salvador, disse que “a educação continua precarizada, as universidades estaduais abandonadas, a saúde vendida através das “parcerias público-privadas”, os servidores com baixos salários e sendo terceirizados, as estradas privatizadas, assim como a Fonte Nova e o Centro de Convenções”.

“E, enquanto se multiplicam os milhões gastos com propaganda enganosa, a Bahia continua campeã do desemprego, homofobia, analfabetismo, dengue, meningite e leptospirose. E que é palco de um genocídio cotidiano de jovens, negros, pobres, da periferia – concluiu.

sábado, 20 de março de 2010

Hamilton Assis (PSOL) saúda Dia Mundial da Água e diz que Wagner e Geddel são “água do mesmo poço”

O dirigente nacional do PSOL na Bahia e pré-candidato a governador do estado, Hamilton Assis, ressaltou hoje a importância do Dia Mundial da Água, afirmando que “A luta em defesa da água é uma causa que deve ser abraçada por todos que defendem a qualidade da vida. É uma luta difícil, pois significa enfrentar os grandes grupos econômicos que estão destruindo a qualidade da água e da vida”.

veja matéria completa em: Política Ambiental


Saudações Socialistas e Libertárias

Hamilton Assis (PSOL) saúda Campanha Contra a Faxina Étnica

O dirigente nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, saudou hoje o lançamento do Manifesto da Campanha Contra a Faxina Étnica. Iniciada em dezembro de 2009, quando se reuniram o Círculo Palmarino, Conlutas, Intersindical, MTST, NEINB-USP − Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro, Uneafro, Mães de Maio, IBCCRIM, MNU e Periferia Invisível, o manifesto afirma que a “estruturação ideológica e econômica do capital vem formando inúmeros territórios de maioria negra nas cidades (favelas, periferias etc), que sofrem seguidas violações aos direitos humanos, criminalização da pobreza, encarceramento em massa e racismo institucional”.

Veja matéria completa clicando aqui em: Faxina Étnica

Saudações Socialistas e Libertárias!

Veja o Vídeo da TV Pura Política sobre o debate dos Presidenciáveis do PSOL na Bahia

A TV do Blog Pura Política esteve presente fazendo a cobertura do debate entre os presidenciáveis do PSOL (Plínio de Arruda Sampaio, Martiniano Cavalcante e Babá), que ocorreu na última quarta-feira, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.

Para assistir é só clicar aqui em Debate Presidenciáveis



saudações socialistas!

Hamilton na Rede!

Vejam neste link as repercussões das intervenções políticas mais recentes do pré-candidato do PSOL a governador da Bahia, Hamilton Assis, que também é membro do Diretório Nacional do partido na Bahia.

sábado, 13 de março de 2010

Hamilton convida para debate entre presidenciáveis do PSOL na próxima quarta-feira

O dirigente nacional do PSOL e pré-candidato a governador da Bahia pelo partido conclamou os militantes, simpatizantes e interessados em geral para participarem do grande debate entre os pré-candidatos do partido a presidente da república em Salvador. Este será realizado na próxima quarta-feira, dia 17 de março, às 18:30 horas, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia.
Para Hamilton, “esta será uma grande oportunidade para todo mundo ouvir as propostas em debate no partido sobre a situação do país e as alternativas programáticas. Os companheiros Plínio de Arruda Sampaio, Martiniano Cavalcante e Babá vão também apresentar suas propostas sobre a linha de campanha e política de alianças”.
Para Hamilton, o debate “demonstra o espaço de democracia interna existente no partido e a sua vitalidade”. Ele acrescentou ainda que “Temos certeza que será uma discussão politizada e afirmativa que vai ajudar à sociedade conhecer melhor nossos partido, e aos filiados fazerem a melhor escolha na conferência do PSOL”.
O debate ocorrerá na próxima quarta-feira, dia 17 de março, 18:30 horas, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia. Rua Carlos Gomes, 95 – próximo ao Edifício Garagem, à Escola de Música da UCSAL e da entrada do Largo 2 de Julho.

da redação

Hamilton é o entrevistado da semana do Blog Bahia Notícias, de Samuel Celestino


Por Gusmão Neto

Bahia Notícias: Conta aos nossos leitores quem é Hamilton Assis, que quer ser governador da Bahia.

Hamilton Assis: Eu sou um trabalhador da rede municipal de ensino de Salvador. Trabalho em uma das Coordenadorias Regionais da Secretaria de Educação, onde faço parte da equipe pedagógica. A minha história é a mesma da maioria dos jovens negros da nossa cidade, filhos de pais do interior que tentaram buscar uma vida melhor na capital. Passei a me envolver na política porque sempre me incomodei com essa brutal concentração de renda e poder que há nesse país e quis buscar as soluções para os problemas de uma forma coletiva. Então, com 17 anos, entrei de fato na política. Fui líder comunitário de Pau da Lima, onde moro até hoje, depois fui presidente de associação de moradores do bairro até a década de 80, em seguida fiz parte a Executiva da Federação de Bairros de Salvador.

BN: Você fez parte do PT, partido que hoje é combatido ferrenhamente por todo o seu grupo. Como se deu essa participação até a sua saída?

HA: Realmente toda a minha trajetória foi dentro do PT, partido em que fiz parte desde a sua fundação. Fiz parte da Executiva Estadual e fui inclusive assessor do deputado federal Nelson Pelegrino, durante quase 12 anos. Depois surgiram algumas divergências e começamos a fazer algumas críticas, as quais vieram se acentuando e tudo se tornou mais evidente quando o Lula se tornou presidente. Então, algumas ligações nos leva a crer que o PT tomou outro rumo e agora ele se esgota enquanto partido, já que a sua ideologia deixou de ser a mesma, aquela que sempre lutamos pela redemocratização. Hoje o Partido dos Trabalhadores nada mais é do que um grupo político da ordem, submisso e metido em várias situações constrangedoras, como esses diversos escândalos que apareceram aí.

BN: Como surgiu a ideia de Hamilton disputar o governo?

HA: Olha, nós temos uma população, em sua grande maioria, afrodescendente, que na política sempre teve uma participação subalterna. Então passamos a indagar que um povo que é da tradição, que teve participação fundamental para a construção da nação, faz parte de uma sub-representação. Nós queremos ser protagonistas. Aí que surge o PSOL. Buscamos referências e optamos pela linha de que a nossa trajetória se baseia na história de luta de nosso povo.

BN: O que o PSOL espera de resultados concretos nestas eleições?
HA: Apesar de sermos de um partido recém criado, nós chegamos à conclusão de que o PSOL faz parte da luta histórica pelos direitos da classe trabalhadora. Nós queremos firmar o PSOL como um partido socialista, que se coloca como alternativa para a construção de um projeto diferente deste que está aí nas mãos das elites dominantes. Queremos enraizar o PSOL nessa luta, bater de frente nos debates públicos e apresentar os nossos propósitos. Depois que temos que desconstruir essa ideia de polarização, que existe entre uma oposição liberal e os outros partidos conservadores. Então todos que estão aí pensam da mesma forma. Eles querem a manutenção da ordem vigente. A situação quer defender a sua posição no poder e a oposição quer tomá-la para si. Na verdade tudo é a mesma coisa. Oposição ou não, a essência é a mesma.

BN: Mas sabemos que nem só de ideologia vive um partido. É preciso correr o estado em busca de apoio. Em busca do voto propriamente dito. Como vocês têm trabalhado no sentido de conquistar bases políticas pela Bahia?

HA: Nós estamos vivendo um momento de conferência eleitoral e esse processo tem aflorado pelo interior do estado, onde temos participado sistematicamente. Além disso, nós acreditamos que não vamos governar sozinhos. Nós estamos batalhando para formar um frente de esquerda com o PSTU e o PCB. Juntos, somos estratégicos para a apresentação de programas e projetos junto às comunidades.

BN: O seu companheiro Hilton Coelho, nas eleições para prefeito de Salvador, obteve uma votação recorde para o movimento esquerdista radical. Será que essa façanha pode se repetir e o PSOL fazer um ou até dois deputados estaduais?

HA: Eu acredito que elegeremos dois deputados. Nas caminhadas que faço com o Hilton pela Região Metropolitana é notável o carinho que a população tem com a gente. Nós vamos lançar o maior número possível de candidatos a deputados estaduais e federais, até porque o PSOL passa por um processo de análise, que é a cláusula de barreira. Nós temos que aumentar a nossa votação, para continuarmos em quanto partido nesse cenário.

BN: Qual será a principal estratégia do partido nessa corrida eleitoral?

HA: Nossa estratégia é sempre discutir as desigualdades. Vamos discutir essa ausência de projetos que lance a Bahia dentro do contexto da economia nacional, que deixe de fazer parte do cenário de uma forma secundária. Vamos abordar a concentração de renda desigual que há por aqui. É inadmissível que um estado como o nosso concentre mais de 50% da renda em 14 municípios, enquanto centenas se contentam com a sobra. Então vamos fazer uma crítica do modelo de gestão do governador Jaques Wagner (PT), que na verdade é um segmento do seu antecessor (Paulo Souto, DEM).

BN: Então Wagner e Paulo Souto serão os principais alvos das críticas do PSOL?

HA:
Sem sombra de dúvidas. Eles são continuidades. Infelizmente, o que Wagner faz é um modelo de administração que tentamos, junto com ele, combater em toda a nossa trajetória, que foi o carlismo.

BN: Recentemente o seu partido e o PV romperam a possibilidade de aliança. Será que isso não pode enfraquecer ainda mais a sua sigla?

HA:
Eu não diria que nós rompemos com o PV. Eu diria que o PV não esteve digno do aporte político que o PSOL quis lhe emprestar. Eu sempre fui admirador da senadora Marina Silva, por sua trajetória militante, que sempre lutou pela causa social e o direito da maioria, mas recentemente diria que ela jogou tudo por água abaixo, quando se aliou a Lula, mesmo que tenha rompido depois. Ela deu um tiro no próprio pé.

BN: Em um possível segundo turno, o PSOL já avalia uma possibilidade de aliança?

HA: Se eu admitir uma possibilidade de aliança agora, estaria dizendo que não entramos para uma disputa. Nós temos propostas que de fato podem sensibilizar as pessoas e creio que estaremos no segundo turno, na linha de frente. Se não chegarmos lá, vamos analisar com cuidado, mas o que há nessa disputa são partidos que não nos atrai para um compromisso político, pelo menos por agora.

BN: Entre os outros quatro pré-candidatos a governador, qual deles é o pior (Jaques Wagner, Geddel Vieira Lima, Paulo Souto, Luiz Bassuma)?

HA: Risos. Olha é difícil trabalhar com essa lógica de pior candidato. Vamos dizer que todos estes são continuidade. Eles são aquilo que disse que serão alvos do que bateremos, que é o continuísmo. Wagner, Souto e Geddel comprovam essa polarização e até o Bassuma também. Afinal os verdes também fizeram e fazem parte do governo petista, que não é nenhum exemplo de boa política.

link para a entrevista: http://www.bahianoticias.com.br/noticias/entrevistas/2010/03/08/136,hamilton-assis.html

Hamilton Assis (PSOL) se solidariza com o Cacique Babau

O dirigente nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, voltou a se solidarizar com o povo indígena Tupinambá. Na semana passada ele já havia destacado “Nos últimos dias a imprensa tem tratado o povo Tupinambá do Sul da Bahia, sempre de modo negativo, criminalizando suas ações. Eles estão ocupando terras que são suas de direito desde antes de existir a propriedade privada nestas terras do Brasil” acrescentando que “O que os Tupinambá estão fazendo é lutar por suas terras centenárias, tanto como espaço de sobrevivência material como de valorização de suas tradições culturais. São 500 anos de luta” (veja aqui a matéria completa).

Desta vez, o pré-candidato a governador da Bahia pelo PSOL vem denunciar a arbitrária prisão, ocorrida na quarta-feira, do Cacique Babau, liderança legítima de seu povo, ilegalmente preso e transferido para a Política Federal em Salvador. Hamilton exigiu a imediata libertação do cacique Tupinambá, ressaltando “o caráter classista e racista da justiça brasileira que transforma uma ação política de uma liderança indígena em crime comum” enquanto “aqueles que fazem maracutaias como as do Metrô de Salvador ou que praticam a exploração do trabalho escravo nas fazendas do agronegócio continuam impunes”.

Outra liderança estadual do PSOL na Bahia, Hilton Coelho (que ficou conhecido como Hilton 50) também deu seu apoio ao Cacique Babau, protestando também por causa da “proibição de visitas de solidariedade e pela omissão completa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do estado que tem compactuado sistematicamente com a violência contra o povo pobre, negro e indígena na Bahia, respaldando, assim, a criminalização dos movimentos sociais”.

da redação

Hamilton Assis: nos 100 anos de 8 de março, destaque para a resistência das mulheres negras, indígenas e socialistas

“Neste ano, tivemos o centenário da 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca, quando Clara Zetkin propôs a criação de um Dia Internacional da mulher. O 8 de março foi o dia escolhido como referência desta luta. Mas a luta das mulheres tem uma história muito mais longa. É de muitos séculos. No Brasil, são 500 anos de resistência”. Com estas palavras, o dirigente Nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, iniciou sua homenagem ao Dia Internacional de luta das mulheres.

Para Hamilton, que é pré-candidato do PSOL a governador da Bahia, “esta é uma luta histórica, contra a dominação, que sempre envolveu, lado a lado com a exploração de classe, as questões de ordem sexual e étnico-raciais”. Além da alemã Clara Zetkin, ele citou também a socialista russa Alessandra Kollontai, e sua luta “contra a exploração capitalista e as relações de opressão no cotidiano domiciliar”.

Mas, destacou, acima de tudo, “o exemplo de tantas brasileiras, como as guerreiras negras Luiza Mahim, Dandara e Zeferina, que organizaram levantes contra a escravidão; mulheres indígenas, como Tuira Kaiapó e Maninha Xucuru, grandes lutadoras e articuladoras da resistência; Cora Coralina que teve que lutar também contra a discriminação por idade e a comunista baiana Ana Montenegro, exemplo de coerência e persistência na luta feminista e pelo socialismo”.


da redação

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sergio Guimarães, ex-candidato a senador pelo PT-Bahia, apoia Hamilton para governador

Divulgamos aqui nota de apoio de um militante histórico da esquerda. Fundador e primeiro candidato ao Senado pelo PT na Bahia Sérgio Guimarães desde 2009 está filiado ao PSOL.

"Apoio Hamilton para governador porque vejo nele um companheiro aguerrido, experimentado nas lutas sociais e politicopartidárias, com qualidades para empunhar a bandeira das mais sentidas reivindicações populares, da reconstrução ética do estado e da construção de um novo Brasil, livre, igualitário e fraterno, solidário e justo. O conheço há mais de trinta anos, idos de 1981-1987, quando fomos companheiro de militância no PT e também nas lutas sindicais e populares. Deponho nele minha inteira confiança e peço o voto a todos que me conhecem."

Sérgio Vladimiro Guimarães, 78, servidor público, com formação em Engenharia Civil, aposentado pela Prefeitura Municipal da Cidade do Salvador e membro efetivo do Instituto de Formação Cidadã Dom Helder Câmara - IDHEC, Jaguaquara - BA.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Crack do combate à violência no governo Wagner


O dirigente nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, disse nesta semana que “Diante do grande aumento da violência na Bahia, o governo Wagner resolveu dar uma resposta. Mas, ao invés de tentar resolver o problema, optou por fazer uma grande propaganda política enganosa para esconder o problema. É a campanha ‘Crack – 80% dos homicídios: principal causa da violência na Bahia’. Usando as mais diversas mídias e gastando milhões do dinheiro público, tenta enganar o povo”.

Segundo Hamilton, “Com isto, governador do PT tenta tirar suas responsabilidades. A culpa passa a ser da droga. Para o governo, a violência não está relacionada às questões sociais nem ao racismo. Se esquece que provavelmente 80% ou mais dos homicídios envolvem pobres e negros”.

Ele acrescenta ainda que “Não há dados seguros que permitam dizer que o crack é responsável por 80% dos homicídios. Dizer isto é uma grande irresponsabilidade, principalmente partindo do governo estadual. Uma grande parte dos homicídios fica sem inquéritos concluídos. Não se conhecem causas nem responsáveis”.

Esta opinião é compartilhada também pelo dirigente estadual do PSOL, Hilton Coelho que afirmou que “A violência aumenta dia a dia. Antes concentrada em Salvador e RMS, agora se espalha por toda a Bahia e envolve a própria polícia e grupos de extermínio. Só agora, em Vitória da Conquista, foram 14 assassinatos cometidos por policiais. Em Porto Seguro, o Secretário de Governo municipal (PSB), aliado de Wagner, e um grupo de policiais, estão envolvidos no assassinato de dois professores sindicalistas. A Secretaria de Segurança até hoje não deu andamento ao mandato de prisão emitido pelo juiz há 20 dias atrás!”.

Hilton acrescentou ainda que “O caso do servidor público Neilton, assassinado dentro da secretaria de Saúde da Prefeitura de Salvador, quando o PT estava à frente daquela secretaria, num caso cheio de indícios de corrupção, até hoje continua inconcluso”.

Hamilton Assis observou que “É muito fácil botar a culpa nos usuários de drogas. Mas é espantoso também como a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos silencia diante deste absurdo. Omissa, como sempre. Não se conhece nenhuma atitude diante da violência policial indiscriminada contra a população pobre e negra da Bahia. E isto partindo de um secretário que já foi presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa da Bahia, durante sete anos, quando era muito ativo. Agora, compactua passivamente com tudo isto”.

Hamilton Assis concluiu ironizando, ao dizer que "Talvez a propaganda governista esteja certa. Afinal, a palavra Crack, originada do inglês, pode ser a droga, mas significa também “quebra” ou “falência”, como no Crack da Bolsa de Valores. Assim o governador Wagner-PT pode estar apenas reconhecendo que esta quantidade de homicídios é uma demonstração do crack da política de combate à violência e defesa dos Direitos Humanos na Bahia".

Hilton Coelho apóia Hamilton Assis como pré-candidato a governador do PSOL



Hilton Coelho, que foi candidato do partido a prefeito de Salvador em 2008, quando ficou conhecido como “Hilton 50”, declarou seu apoio à pré-candidatura de Hamilton Assis a governador pelo PSOL: “Assim como toda uma geração de militantes socialistas baianos e baianas, a minha trajetória na luta política tem gravada a influência de Hamilton Assis. Contribuindo para a organização dos oprimidos a partir do final da década de setenta, Hamilton transitou pelos mais diversos movimentos sociais, como um exemplo de firmeza ideológica e perspicácia política. Muitas lideranças dos movimentos de bairro, estudantil, sindical, dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e do movimento negro, viveram uma relação de respeito e confiança com Hamilton, um militante sempre disposto a contribuir com iniciativas fossem elas voltadas à formação política, fossem com um caráter de ação direta na luta social. Hoje como socialista convicto, liderança docente em Salvador e companheiro reconhecido largamente nas mais diversas frentes de luta, Hamilton possui todas as condições para marcar a história da política baiana a partir de um fato inédito no transcorrer da mesma: a primeira candidatura negra ao governo do estado em todas as épocas. Nosso apoio a Hamilton é decidido e não poderia renunciar ao entusiasmo de quem, por tal apoio, se sente um herdeiro dos mais de 500 anos de Resistência Negra, Indígena, Feminista e Popular no Brasil."

Povo Tubinambá mantém resistência

Nos últimos dias a imprensa tem tratado o povo Tupinambá do Sul da Bahia, sempre de modo negativo, criminalizando suas ações. Eles estão ocupando terras que são suas de direito desde antes de existir a propriedade privada nestas terras do Brasil. Sobre isto, o dirigente nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis (pré-candidato a governador do estado), declarou que “O que os Tupinambá estão fazendo é lutar por suas terras centenárias, tanto como espaço de sobrevivência material como de valorização de suas tradições culturais. São 500 anos de luta”.
Como afirmou em sua Carta à Mlitância do PSOL, “na Bahia, a contestação e resistência contra a exploração, a opressão e a dominação vem do início dos tempos coloniais. A trajetória de luta do nosso povo reapresenta e atualiza cotidianamente os mais de 500 anos de enfrentamento das desigualdades sociais, raciais e econômicas e da opressão política (...) É uma resistência que já estava ativa pelo menos desde 1555, com o Levante dos Tupinambá em Salvador e a Guerra dos Aimoré no Sul do estado. Resistência que continua até hoje e foi se somando à luta dos negros contra a escravidão e da formação dos quilombos” (ver Carta à Militância do PSOL).
Para concluir, Hamilton acrescenta: “Nestas horas que acusam os Tupinambá de violência é sempre bom lembrar a frase poética de Bertold Brecht: "Do rio que tudo arrasta, se diz que é violento. Mas ninguém diz violentas, as margens que o comprimem."

Feminista apóia Hamilton na Conferência do PSOL

Militante feminista e membro da Executiva Estadual do PSOL, Zilmar Alverita declarou apoio à pré-candidatura de Hamilton Assis a governador, dizendo que “Conheço Hamilton Assis e sua trajetória de luta junto ao povo baiano. Por isso, tenho profundo respeito por este intelectual orgânico, comunista negro, filho da nossa história, que desde sua juventude vem se colocando a serviço da organização das lutas, no campo e na cidade. O admiro pela firmeza ideológica, coerência política, espírito de combatividade e, sobretudo, pela capacidade de se indignar com a situação de todos os oprimidos, sempre levando em conta a situação das mulheres, sobretudo das mulheres negras”. E completou: “Na Bahia da Resistência, apoio Hamilton Assis”.


Liderança dos Sem Teto da Bahia apóia Hamilton

“Será uma satisfação muito grande de minha parte fazer a campanha de Hamilton Assis para governador se ele for escolhido pela Conferência do PSOL como candidato do partido e da frente de esquerda”, declarou Pedro Cardoso, uma das principais lideranças do Movimento dos Sem Teto da Bahia. “Conheço ele há muito anos, sempre na luta popular. Sempre esteve ao lado da luta dos Sem Teto da Bahia e com certeza vai apresentar um bom programa de governo para enfrentar a questão da moradia e da participação popular nas decisões”.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Hamilton Assis a cara do PSOL da Bahia!

Veja na página "Histórico" a trajetória política do companheiro Hamilton Assis membro da direção nacional do PSOL, pedagogo e militante dos Movimentos Negro e Sindical!

Clique aqui e veja seu histórico!


Hamilton Assis a Bahia de Corpo e Alma!

Carta de Hamilton Assis à militância do PSOL da Bahia sobre sua pré-candidatura a governador

Companheiras e companheiros do PSOL da Bahia,

Há cerca de 30 anos atrás, quando iniciei meu ativismo num grupo de jovens no bairro de Pau da Lima, na periferia de Salvador, não poderia imaginar que um dia poderia ser candidato a governador da Bahia.Queria apenas lutar para que o povo pobre do meu bairro tivesse melhores condições materiais e culturais de vida.(...)Assim, assumo esta pré-candidatura de corpo e alma.Motivado politicamente pela necessidade de darmos respostas populares e fazer com que o PSOL e a esquerda socialista ocupem o seu espaço na nossa vida política. E animado ideologicamente pela tradição de luta do povo oprimido da Bahia.


Veja versão completa clicando aqui: Carta de Hamilton


Saudações Socilaistas e Libertárias!

Dirigentes do PSOL contestam Wagner e dizem que carlismo não acabou

O membro do Diretório Nacional do PSOL, Hamilton Assis, e o dirigente estadual Hilton Coelho, contestaram nesta quarta-feira as declarações do governador Jaques Wagner (PT) de que carlismo deixou de existir na Bahia. Para eles, o governador fala isto para tentar minimizar a presença de tantos carlistas no seu governo e na sua chapa. Veja versão completa clicando aqui

Hamilton condena a política ambiental do governo Wagner

O dirigente nacional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e pré-candidato ao governo da Bahia, Hamilton Assis, declarou que, ao lado de várias organizações sociais, a militância do seu partido está preocupada e irá se mobilizar contra o que chamou de "política antiambiental" de Wagner. Hilton Coelho concorda e diz que este governo deixará “Marcas terríveis na Bahia”.
Veja versão completa clicando aqui

Debate dos pré-candidatos a presidente do Brasil pelo PSOL em Salvador

Em preparação à Conferência Eleitoral Nacional do PSOL, dos dias 10 e 11 de abril, serão realizados debates, em vários estados, entre os três pré-candidatos que se inscreveram.

Em Salvador, o debate será realizado no dia 17 de março, às 19 horas, e contará com a presença de Plínio de Arruda Sampaio, Martiniano Cavalcante e Babá.

Veja mais na guia Debate presidenciáveis ou clique aqui
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