“Neste ano, tivemos o centenário da 2.ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, Dinamarca, quando Clara Zetkin propôs a criação de um Dia Internacional da mulher. O 8 de março foi o dia escolhido como referência desta luta. Mas a luta das mulheres tem uma história muito mais longa. É de muitos séculos. No Brasil, são 500 anos de resistência”. Com estas palavras, o dirigente Nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, iniciou sua homenagem ao Dia Internacional de luta das mulheres.
Para Hamilton, que é pré-candidato do PSOL a governador da Bahia, “esta é uma luta histórica, contra a dominação, que sempre envolveu, lado a lado com a exploração de classe, as questões de ordem sexual e étnico-raciais”. Além da alemã Clara Zetkin, ele citou também a socialista russa Alessandra Kollontai, e sua luta “contra a exploração capitalista e as relações de opressão no cotidiano domiciliar”.
Mas, destacou, acima de tudo, “o exemplo de tantas brasileiras, como as guerreiras negras Luiza Mahim, Dandara e Zeferina, que organizaram levantes contra a escravidão; mulheres indígenas, como Tuira Kaiapó e Maninha Xucuru, grandes lutadoras e articuladoras da resistência; Cora Coralina que teve que lutar também contra a discriminação por idade e a comunista baiana Ana Montenegro, exemplo de coerência e persistência na luta feminista e pelo socialismo”.
da redação
Para Hamilton, que é pré-candidato do PSOL a governador da Bahia, “esta é uma luta histórica, contra a dominação, que sempre envolveu, lado a lado com a exploração de classe, as questões de ordem sexual e étnico-raciais”. Além da alemã Clara Zetkin, ele citou também a socialista russa Alessandra Kollontai, e sua luta “contra a exploração capitalista e as relações de opressão no cotidiano domiciliar”.
Mas, destacou, acima de tudo, “o exemplo de tantas brasileiras, como as guerreiras negras Luiza Mahim, Dandara e Zeferina, que organizaram levantes contra a escravidão; mulheres indígenas, como Tuira Kaiapó e Maninha Xucuru, grandes lutadoras e articuladoras da resistência; Cora Coralina que teve que lutar também contra a discriminação por idade e a comunista baiana Ana Montenegro, exemplo de coerência e persistência na luta feminista e pelo socialismo”.
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