O dirigente nacional do PSOL na Bahia, Hamilton Assis, voltou a se solidarizar com o povo indígena Tupinambá. Na semana passada ele já havia destacado “Nos últimos dias a imprensa tem tratado o povo Tupinambá do Sul da Bahia, sempre de modo negativo, criminalizando suas ações. Eles estão ocupando terras que são suas de direito desde antes de existir a propriedade privada nestas terras do Brasil” acrescentando que “O que os Tupinambá estão fazendo é lutar por suas terras centenárias, tanto como espaço de sobrevivência material como de valorização de suas tradições culturais. São 500 anos de luta” (veja aqui a matéria completa).
Desta vez, o pré-candidato a governador da Bahia pelo PSOL vem denunciar a arbitrária prisão, ocorrida na quarta-feira, do Cacique Babau, liderança legítima de seu povo, ilegalmente preso e transferido para a Política Federal em Salvador. Hamilton exigiu a imediata libertação do cacique Tupinambá, ressaltando “o caráter classista e racista da justiça brasileira que transforma uma ação política de uma liderança indígena em crime comum” enquanto “aqueles que fazem maracutaias como as do Metrô de Salvador ou que praticam a exploração do trabalho escravo nas fazendas do agronegócio continuam impunes”.
Outra liderança estadual do PSOL na Bahia, Hilton Coelho (que ficou conhecido como Hilton 50) também deu seu apoio ao Cacique Babau, protestando também por causa da “proibição de visitas de solidariedade e pela omissão completa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do estado que tem compactuado sistematicamente com a violência contra o povo pobre, negro e indígena na Bahia, respaldando, assim, a criminalização dos movimentos sociais”.
da redação
Desta vez, o pré-candidato a governador da Bahia pelo PSOL vem denunciar a arbitrária prisão, ocorrida na quarta-feira, do Cacique Babau, liderança legítima de seu povo, ilegalmente preso e transferido para a Política Federal em Salvador. Hamilton exigiu a imediata libertação do cacique Tupinambá, ressaltando “o caráter classista e racista da justiça brasileira que transforma uma ação política de uma liderança indígena em crime comum” enquanto “aqueles que fazem maracutaias como as do Metrô de Salvador ou que praticam a exploração do trabalho escravo nas fazendas do agronegócio continuam impunes”.
Outra liderança estadual do PSOL na Bahia, Hilton Coelho (que ficou conhecido como Hilton 50) também deu seu apoio ao Cacique Babau, protestando também por causa da “proibição de visitas de solidariedade e pela omissão completa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do estado que tem compactuado sistematicamente com a violência contra o povo pobre, negro e indígena na Bahia, respaldando, assim, a criminalização dos movimentos sociais”.
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